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domingo, 23 de novembro de 2014

UNINILTON LINS

UNINILTON LINS 



A trajetória da Instituição, desde sua fundação, em 1988, foi ancorada na importante
experiência de seu fundador, Nilton Costa Lins, professor da Universidade Federal do 
Amazonas e assessor direto da reitoria daquela Instituição Federal de Ensino Superior. 
Visionário, o prof. Nilton Costa Lins sempre compreendeu a dimensão da Região 
Amazônica e do quão necessário se fazia a formação de uma juventude pelo viés da 
Educação para a garantia da integridade regional a partir de um modelo de 
sustentabilidade. 

A criação do então Centro de Ensino Superior da Amazônia complementou as 
atividades inicialmente desenvolvidas pelo Prof. Nilton Lins, que abrangia a Escola de 
Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio. 

A oferta de vagas para os cursos superiores de Administração e Ciências Contábeis, 
a instituição oportunizou aos manauaras maiores condições de acesso ao ensino 
universitário. O amadurecimento institucional, ao longo do tempo abriu espaço para a 
criação dos cursos de direito, turismo e comunicação social, nos primeiros anos. A partir de 1997, com o conhecimento adquirido em quase uma década de trabalho e em razão das problemáticas regionais teve início a construção de Projetos Pedagógicos para o 
oferecimento de cursos da área da saúde, muitos deles pioneiros em Manaus. 

A Instituição adotou a missão “Educar a Amazônia”, desenhando um conjunto de 
objetivos e metas voltadas a um trabalho engajado com seu entorno, em sintonia com a 
região e com forte responsabilidade social, intensificada a partir da criação da Fundação 
Nilton Lins, em 1999. 

Em maio de 2011, com apenas 23 anos de existência, aconteceu o credenciamento 
da UNIVERSIDADE NILTON LINS, por transformação do Centro Universitário, de acordo 
com a Portaria N. 575, de 13 de maio de 2011, publicada no DOU de 16 de maio de 2011. A UNINILTON LINS constitui-se em uma das mais importantes instituições de ensino superior do Norte do Brasil, possuindo mais de 10 mil alunos e aproximadamente 450 professores. 

Dotada de instalações físicas privilegiadas, numa área de 1.000.000 m2, está 
instalada em prédios funcionais, possuindo mais de 600 salas de aula, laboratórios 
especializados de pesquisa, dentre os quais uma fazenda experimental, auditórios, sendo, 
um deles, o maior da cidade, com capacidade para 4000 pessoas; áreas livres; complexo 
desportivo; bibliotecas, com acervo superior a 100.000 livros; hospital com 180 leitos, destes 52% destinados ao Sistema Único de Saúde; com programa de residência médica já em funcionamento. A partir de sua Missão: Educar a Amazônia, a instituição segue sua 
trajetória educacional, com forte comprometimento com a região em que se insere. 

A UNIVERSIDADE NILTON LINS oferece cursos em todas as áreas do 
conhecimento, em sintonia com as demandas regionais e indispensável interação com o 
Polo Industrial de Manaus (PIM), principal referência econômica do Estado do Amazonas e 
segundo polo industrial do País, depois de São Paulo. 

A história da instituição confunde-se com a evolução do ensino superior nos 
últimos anos no Amazonas, já que esta instituição formou os primeiros fisioterapeutas, 
nutricionistas, fonoaudiólogos de Manaus, tendo contribuído para o estabelecimento de 
novos conceitos de qualidade de vida: a exemplo dos Engenheiros que estudam o meio 
ambiente sob uma perspectiva eminentemente amazônica e de Médicos especialistas nas 
endemias próprias de nossa região. Os profissionais egressos da UNIVERSIDADE NILTON LINS contribuem, assim, de forma decisiva para a construção de uma sociedade melhor, coerente com a missão institucional estabelecida. 


Na atualidade, a UNIVERSIDADE NILTON LINS direciona sua oferta educacional 
implantando cursos que são capazes de responder a necessidades regionais eminentes, 
considerando as características do Estado, que, economicamente ainda depende 
fundamentalmente dos empregos gerados no Polo Industrial de Manaus. A grande 
quantidade de indústrias instaladas nessa cidade, por outro lado, acaba por exigir maior 
atenção a importantes questões, como a do tratamento adequado de resíduos líquidos e 
sólidos, a geração de energia e a saúde ocupacional. Outro ponto a destacar é que há forte tendência da abertura e ampliação de novas fontes geradoras de renda, como a atividade turística, devido ao enorme interesse que a Amazônia desperta e ainda em razão da escolha da Cidade de Manaus para receber jogos da Copa do Mundo de 2014. 

A exploração sustentável da biodiversidade contida na floresta faz parte da agenda 
governamental e empresta a Manaus alternativas diferenciadas. O presente e um futuro 
próximo dos municípios estão contidos no planejamento institucional da UNINILTON LINS, 
contemplando a oferta dos cursos de Petróleo e Gás, Gestão da Qualidade, Gestão 
Ambiental, Farmácia (com ênfase a produção de fármacos), de forma a melhorar índices de empregabilidade e ajudar decisivamente na formação de mão-de-obra qualificada 
necessária à consolidação da economia regional. 

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Prédio do Seminário São José


Prédio do Seminário São José



Este prédio ainda pertence à Arquidiocese de Manaus, serviu como escola de formação de eclesiásticos, era o Seminário São José; depois foi colocado a disposição da Universidade do Amazonas (UA), atual UFAM, abrigava o Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL).

Depois de muitos anos, passou para a Uninorte, com o curso de Direito.

Este prédio guarda boas recordações para muitos amazonenses - a grande maioria dos economistas, contadores e administradores com idade superior a quarenta anos, formados pela UA, passaram parte das suas vidas.


Rua Emílio Moreira - Praça 14

Fonte: BLOG DO ROCHA

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

COLÉGIO DOM BOSCO


Na Manaus dos anos 50/60, educação de qualidade
estava presente tanto nas escolas públicas quanto
nas escolas particulares, como o Colégio Salesiano
Dom Bosco. Memorialistas da infância dizem que
este colégio só era "freguês" do Colégio Estadual do
Amazonas na festa cívica do 7 de Setembro.

Por: Deocleciano Bentes de Souza

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Lendas sinistras do Instituto Ida Nelson – “O Quadro”

Lendas sinistras do Instituto Ida Nelson
“O Quadro”

Nessa escada, onde hoje está um vitral, ficava o emblemático quadro do post. Essa escada tinha o piso vermelho e as paredes eram brancas.

Esta é a mais tradicional lenda do Ida Nelson.

Em uma das escadas havia um quadro imenso, preto e branco, da Sra. Anna Belle Cox.

Esse quadro, posicionado em uma quebra de lance de escada logo em frente à Seretaria, guardava um mistério: nos seguia com os olhos quando subíamos ou descíamos aquela escada.

A foto do quadro tinha a espantosa áurea dúbia, pois o semblante era um misto de sorriso amigável com sarcástico e, no fim da tarde/início da noite, o sorriso ficava com um aspecto levemente aterrador!

Já nos acostumamos a nem olhar para o quadro quando passávamos naquela escada, era realmente sinistro! Pior que, depois de 17:30 até o início da aula da noite ninguém, ninguém se aventurava naquelas escadas!

O curioso é que quanto mais encarávamos o quadro, mais profundamente ele nos olhava!

Certo de que poderia ser tão somente uma ilusão de ótica, resolvi fazer um teste: Desci correndo a escada, me certificando que o “quadro me olhava” na largada, desci correndo e, assim que cheguei ao primeiro andar, olhei de relance para o quadro e, estranhamente, LÁ ESTAVA o quadro me olhando , fixamente!

O medo ficava maior porque sabíamos que a mulher que figurava no quadro já havia morrido.

E você, qual é sua história de medo desse quadro?

Por Marco Evangelista em dezembro de 2011

Lendas sinistras do Instituto Ida Nelson “O Sótão”

Lendas sinistras do Instituto Ida Nelson
“O Sótão”



O que se dizia era que o sótão do salão era assombrado.

Bem me lembro de 1983, enquanto encenávamos a peça “Os Heróis” (dirigida pela Profa. Juçara), quando uma colega estava chorando porque subiu e viu um vulto lá, como disse.

Era boato (?), mas um boato que tinha vida própria. Ninguém dizia o que, mas algo de sobrenatural havia naquele sótão.

Durante os quase 14 anos em que estudei lá, nunca fui investigar.

Até que chegou o dia do ensaio da formatura. Turma de 1991.

A turma lá nos bancos, percebi que não havia alguém do colégio no salão.

Era a hora.

Subi a escada que ficava por detrás do som (antiquíssimo, acho que dos anos 60!) do salão – era um amplificador doméstico, com saída para duas caixinhas que ficavam suspensas.

Lá de baixo nada se via, só a porta escura do alçapão acima. Coragem! Fui!

Ao adentrar ao sótão, segue o que vi:

O chão era de compensado, isso mesmo: ripa e compensado, de forma que só era seguro se andar pelas vigas, estávamos pisando no próprio forro do palco!

Havia muitas, muitas marionetes, aqueles bonecos de pano; muitas peças de cartolina, acho que cenários de apresentações, umas roupas amontoadas. Vi também umas cadeiras pequenas em um canto.

Mas algo me chamou a atenção:

UMA das bonecas estava deslocada, todos os bonecos de marionetes estavam em um mesmo monte, mas UMA estava longe.

O que estava fazendo uma boneca longe das demais? É claro que quem as tivesse guardado as teria guardado juntas e de uma vez.

E essa boneca estava jogada (deitada?) de barriga para cima justo perto da escada. Teria sido jogada lá? esquecida? ou estava apenas esperando que eu descesse?

Satisfeita minha curiosidade, tratei de descer.

Desci com muito receio de que algo estivesse me seguindo, a escada tinha os degraus estreitos, de forma que se tinha que descer com cuidado. Ao chegar lá embaixo de uma última olhada lá pra cima, aparentemente tudo normal.

Voltei para o ensaio da turma. Feliz porque estava com uma curiosidade a menos sobre o colégio.

Por Marco Evangelista em dezembro de 2011

Lendas sinistras do Instituto Ida Nelson – “O Esqueleto”

Lendas sinistras do Instituto Ida Nelson
“O Esqueleto”




Algumas histórias viraram “meme” no Ida Nelson; antes de adentrarmos ao colégio a lenda já existia, não a criamos.

Mesmo que não acreditemos, nosso esforço em negar aquilo que amedronta nossos colegas acaba nos convencendo que a história é real mesmo.

Havia um esqueleto dentro de uma armação de vidro e madeira, no laboratório.

O esqueleto mexia, diziam.

Vários foram os alunos que juraram ver a mão do esqueleto mexer. Eu nunca vi, mas também não ficava quase naquele laboratório.

Tudo piorava porque havia, grudado na armação uma oração (“Ao cadáver desconhecido”), acho que aquilo que fez aquele esqueleto ganhar vida!

Certa vez eu estive sozinho no laboratório fazendo o trabalho de física, do Petilo, ouvi estranhos barulhos, mas sabia que era do corredor mas, pela dúvida, resolvi nem olhar pro esqueleto…

O crânio, por vezes, estava íntegro, às vezes estava com os ossos desencaixados – e isso, sim, era notório! – Será que era porque alunos estudavam o esqueleto e o deixavam diferente ou… ?  - Siniiiistro!!!

O esqueleto não era artificial! Logo, em algum lugar devia haver um espírito lembrando do seu esqueleto, e é provável que tal espírito habitasse aquele laboratório.

Certa vez em que fomos para a sala de projeção, o armário de vidro do esqueleto estava vazio? Estaria ele sendo estudado ou teria saído para caminhar? Até hoje a minha turma de 1987 tem essa dúvida!

E você, já notou algo de estranho naquele esqueleto?

Por Marco Evangelista em dezembro de 2011

Lendas sinistras do Instituto Ida Nelson – “A menina enterrada”

Lendas sinistras do Instituto Ida Nelson
“A menina enterrada”




Essa lenda é realmente sinistra.

Nos convencíamos de que era mentira, mas mesmo assim ficávamos com medo.

Dizia a lenda que havia uma garota enterrada sob a mangueira que ficava bem no meio do pátio do lado infantil do colégio.

A coisa toda fica ainda mais sinistra quando sabíamos que o passado do colégio era, no mínimo, curioso: começou como um orfanato (logo, já iniciou comportando crianças) e tudo foi destruído por um incêndio!

Teriam sepultado a o corpo de uma criança lá e, sobre ele, plantado uma muda de mangueira. Pior é que o tamanho da árvore correspondia ao tempo em que supostamente o fato teria ocorrido (final dos anos 40).

Os dados oficiais dizem que não houve vítimas, mas a dúvida sempre habitou nossas mentes.

O fato de ter sido um orfanado “confirma” a tese da existência de crianças no local, e o fato do incêndio, então, corrobora a possibilidade de ter havido mortes, ainda que não conhecidas oficialmente.

Essa lenda era moda entre 80 e 82; alguns colegas sequer queriam comer as mangas que caíam dessa mangueira; e outros diziam ter visto uma menina sem farda sozinha no balanço, o que nos deixava petrificados.

Você, chegou a ouvir essa história?

Por Marco Evangelista em 4 de dezembro de 2011

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Faculdade de Direito da Ufam

Faculdade de Direito da Ufam


Edifício de arquitetura eclética e apurada decoração nas fachadas, foi construído entre 1904 e 1907 e tombado pelo Patrimônio Histórico do Estado em 1988. 

Nesse prédio funcionou o grupo Escolar Silvério Nery, a sede da reitoria da Universidade Federal do Amazonas entre 1962 e 1965 e Faculdade de Direito até 2005. 

Atualmente o prédio abriga o Núcleo de Práticas Jurídicas da UFAM, que ministra as aulas práticas dos formandos em Direito e presta atendimento jurídico gratuito à população.

Endereço: Rua Coronel Sérgio Pessoa, 147 - Praça dos Remédios- Centro. Tel: 092- 3234-5612 Atendimento: Segunda a quinta: 8h às 12 horas. 

Fonte: Site da Ufam: http://www.ufam.gov.br 

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

APAE

APAE
Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Manaus



A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Manaus surgiu da iniciativa de um grupo de pais com filhos especiais que necessitavam de uma Associação prestadora de assistência a eles na área de educação especial. 

Em Manaus a APAE foi fundada em 04/05/1973 e estando autorizada pela APAE Nacional, a utilizar a marca sob o registro nº 192 de acordo com seu estatuto a gozar de todos os direitos de Associação Filiada.

Começou a funcionar pela resolução nº 102/ 94, do Conselho Estadual de Educação do Amazonas, com uma pequena equipe de professores, voluntários e alguns outros profissionais qualificados para trabalhar com esse público. Nessa ocasião, atendia os alunos em um espaço físico bastante restrito, embora a procura fosse muito grande. Dada a impossibilidade de atender toda o público constituído, viu-se a necessidade de imediata ampliação do espaço físico, o que só foi possível realizar com muita ajuda.

Hoje, a APAE funciona em sede própria à Av. Perimetral S/N – Conjunto Castelo Branco – Parque 10. 

A APAE MANAUS, é uma Sociedade civil, filantrópica de caráter cultural, assistencial e educacional sem fins lucrativos, tem como finalidade promover medidas de âmbito municipal que visam não só ao desenvolvimento das potencialidades das pessoas com necessidades especiais, mas também a sua inclusão na sociedade. 

Temos como missão atender as pessoas com deficiências intelectuais e múltiplas, pela promoção e articulação de ações educativas para inclusão social, com ênfase nos direitos nas áreas de educação, saúde e assistência social.

A APAE mantém a Escola Ilza Garcia, que oferece Educação Especial, desde 1976, cuja especificidade só foi reconhecida no ano 2000. Nesta escola funcionam 18 salas de aula de Educação Infantil, Oficinas Pedagógicas, Oficinas Profissionalizantes e atendimentos. 

Temos uma equipe multidisciplinar composta pelos seguintes profissionais: Um corpo docente, psicólogos, fonoaudiólogos, assistente sociais, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, médicos e dentistas que acompanham o desenvolvimento do aluno como um todo.

Para custear suas despesas a APAE Manaus, mantém parcerias e convênios com vários segmentos da sociedade ao longo dos seus 39 anos, oferecendo serviços de Assistência Social, Médica e Psicopedagógica com eficiência e seriedade. Por ser pioneira em atuar com educação especial e principalmente pela transparência das ações que executa, a APAE Manaus, tornou-se referencial dentro do âmbito da educação especial no Amazonas.

Missão


Atender as pessoas com deficiência intelectuais e múltiplas, pela promoção e articulação de ações educativas para inclusão social, com ênfase nos direitos das áreas educação, saúde e assistência social.

Fonte: APAE


INSTITUTO MONTESSORIANO ALVARO MAIA

INSTITUTO MONTESSORIANO ALVARO MAIA


Localizado na Rua Paraíba em Adrianópolis em Adrianópolis. A escola era destinada a abrigar crianças com múltiplas deficiências. Criado pelo desembargador André Araújo, foi inaugurado em prédio de madeira a 16 de outubro de 1943. O prédio em alvenaria foi construído atrás do antigo e inaugurado em 1946. Em 1974, um ano antes da morte de seu criador, o Instituto encerraria sua trajetória e ficou fechado e abandonado durante muitos anos. Em 2002, o que restava de sua fachada foi demolido para a construção do condomínio Central Park.
Ao falar do Instituto Montessoriano se faz necessário falar de Maria Montessori . Montessori foi a primeira médica (até então profissão para homens da elite) da Itália, formou-se contra a vontade de seu pai que queria que ela seguisse a carreira de professora (uma profissão para mulheres) no ano de 1896. Desde então passou a dedicar suas pesquisas às crianças deficientes e seus métodos educacionais são conhecidos no mundo afora. E confesso que sou uma apaixonada pelos métodos dessa pioneira da Educação Especial.

Fonte: Manaus de Antigamente

CASA DA CRIANÇA DE MANAUS

CASA DA CRIANÇA DE MANAUS


Está situada à Rua Ramos Ferreira, no. 1345, centro, possui um caráter filantrópico, mantendo-se praticamente de doações, atende em media de 400 crianças carentes do centro e da periferia da cidade, na faixa de dois a seis anos de idade.

Foi fundada no dia 1º. de Fevereiro de 1948, por Dom Joao da Matta Andrade e Amaral (Bispo Diocesano, da Arquidiocese de Manaus, no período de 1941/1948), contando somente com um Pavilhão e um terreno para a sua expansão – na inauguração, Dom João da Mata proferiu a seguinte mensagem ao povo: “Ajudem as Irmãs filhas da Caridade de São Vicente de Paula, nesta Obra Benemérita; elas não tem renumeração, mas, confio em vocês, que elas não passarão por grandes necessidades...”.


Toda a cidade atendeu ao seu pedido, até hoje vem sendo atendido pelos Benfeitores e Amigos, além dos convênios com órgão públicos; dou a minha colaboração, participando de todos os bingos para arrecadação de fundos para manter as nossas criancinhas carentes.

Esta instituição merece todo o nosso respeito e consideração, pois assegura, gratuitamente, um direito constitucional, constante do artigo 205, da nossa Carta Magna de 1988, na qual, toda criança tem o direito a educação, sendo um dever do Estado e da família, promovida e incentivada com a colaboração da sociedade.


A Casa da Criança tem como objetivos a assistência completa a infância pobre de Manaus, através da educação, cultura religiosa, ações beneficente, assistências e orientação aos pais; prestar atendimento médico regular, odontológico e psicológico; dotar as crianças de boa alimentação, vestuário e material escolar.

Atualmente, a Casa da Criança possui cinco Pavilhões, assim distribuídos: Administração, Maternal (meninas até 3 anos), Maternal (meninos de 4, e 5 anos), Pavilhão com 02 andares (inferior, duas salas de aula Maternal II e III; superior, Maternal I e II) e o último ( onde ficam meninas de 4, 5 e 6 anos), além de contar com garagem, cozinha, uma anexo onde são realizadas as festas, comemorações, reuniões dos pais e dos funcionários.

A sociedade tem o dever de colaborar com esta Obra, para ajudar, ligue:
(92) 3232-5282 e faça a sua doação.


Fonte: Blog do Rocha

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

CASA DO ESTUDANTE UNIVERSITÁRIO DA UFAM

CASA DO ESTUDANTE UNIVERSITÁRIO DA UFAM



Fica na Rua Barroso nº 267, centro antigo de Manaus, o prédio foi cedido, em 1947, para abrigar a sede da União dos Estudantes do Amazonas (UEA), através da Lei nº 115, pelo então governador Leopoldo Amorim da Silva Neves.

Foi uma conquista do presidente da UEA, Antônio Lindoso e seu sucessor Armando Andrade de Menezes, no local eram desenvolvidos serviços de assistência social aos estudantes pobres, biblioteca, teatro, curso preparatórios, dentro outras atividades.

A UEA foi fundada em 04 de Janeiro de 1942, pelos estudantes João Martins da Silva, Samuel Benchimol, Plínio Coêlho, Antônio Lindoso, Áureo Mello, Agnello Uchôa Bittencourt e Anderson de Meneses – no mesmo ano, foi considerada de Utilidade Pública através do Decreto-Lei nº 798, do governador do Estado, Dr. Álvaro Botelho Maia.

O restaurante da Casa dos Estudantes foi inaugurado em 1951, na gestão do presidente da UEA, Phillipe Daou, uma obra de cunho assistencial.

Na década de setenta estudei na Faculdade de Estudos Sociais, na Rua Monsenhor Coutinho; na qualidade de estudante da antiga UA, participava de reuniões no auditório da Casa dos Estudantes e, utilizava diariamente o restaurante da casa, pois era cobrado um preço simbólico pela refeição.

Atualmente, a Casa do Estudante Universitário da UFAM (CEU-AM) assegura o alojamento e alimentação aos estudantes da Universidade Federal do Amazonas, de ambos os sexos, oriundos do interior do Estado do Amazonas, de outros Estados do Brasil e também de outros países.

O ingresso é feito por meio de processo seletivo, previsto em edital da Pró-Reitoria para Assuntos Comunitários, dando exclusividade para admissão aos candidatos que comprovem carência de recursos financeiros, priorizando os que demonstrarem aproveitamento acadêmico satisfatório e conduta compatível com o ambiente em que irão residir, a ser verificado durante o estágio probatório com duração de 06 (seis) meses a contar do ingresso à CEU-AM.

Pela Casa dos Estudantes passaram muita gente, tempo de sufoco, muitos estudos, dificuldades enormes, lisura geral, mesmo assim, todos guardam na memória os tempos bons da “República”. Muitos deles são hoje políticos de expressão, empresários bem-sucedidos e profissionais liberais de qualidade. É isso ai.

Fonte: http://www.portaldoestudante.org.br/histuea.htm  |  BLOG DO ROCHA
Foto/Montagem: BLOG DO ROCHA

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Escola Técnica Federal do Amazonas

Escola Técnica Federal do Amazonas

  
Através do decreto n.º 7.566, de 23 de setembro de 1909, instituiu-se, no estado do Amazonas, pelo Presidente Nilo Peçanha a Escola de Aprendizes de Artífices, instalada oficialmente a 1.º de outubro de 1910. Seu primeiro diretor foi o bacharel e jornalista Saturnino Santa Cruz de Oliveira, a quem coube a tarefa de organizar o ensino técnico-profissional oficial, em nosso estado.

A Escola de Aprendizes de Artífices foi instalada na rua Urucará, numa chácara de propriedade da família [Raymundo] Afonso de Carvalho. Posteriormente, funcionou, a título precário, no edifício da Penitenciária do Estado, passando daí a um prédio de madeira, onde se ergue hoje o mercadinho da Cachoeirinha, logo ao fim da ponte Benjamin Constant, na rua Humaitá.

Em 1942, já com a denominação de Liceu Industrial de Manaus, que lhe foi conferida por força das modificações introduzidas no então Ministério da Educação e Saúde, em decorrência das diretrizes determinadas no art. 129 da Constituição de 10 de novembro de 1937, instalou-se no atual edifício, na avenida Sete de Setembro n.º 1.975, ocupando a área de 24.649m2, a essa época com área construída de 5.887m2 e capacidade para 400 alunos, inclusive 100 internos.


A lei orgânica do Ensino Industrial de 1942 (Decreto-lei n.º 4.073, de 30 de janeiro de 1942) trouxe novas diretrizes ao ensino técnico-industrial, em conformidade com a nova filosofia educacional adotada pelo Estado Novo, então imperante, que a essa altura enfatizava o progresso industrial.

E, por força do art. 8.º do decreto-lei n.º 4.127, de 25 de fevereiro de 1942, o Liceu Industrial passou a chamar-se Escola Técnica de Manaus, até que pela Portaria n.º 239, de 3 de setembro de 1965, do ministro da Educação e Cultura, arrimado na Lei n.º 4.795/65, passou a denominar-se Escola Técnica Federal do Amazonas. Essa escola singular, hoje um suntuoso edifício, muito bem instalado e equipado, dirigido e orientado com eficiência para cumprir a sua grande parcela no processo de integração do Amazonas, no pertinente à formação de mão de obra especializada para a indústria local e regional.

Com a reforma do Ensino Industrial instituída pela Lei n.º 3.552, de 16 de fevereiro de 1959, a Escola Técnica Federal do Amazonas passou a ser administrada por um Conselho de Representantes, composto de seis representantes da comunidade, escolhidos pela presidência da República, e por um diretor executivo, nomeado pelo presidente do Conselho.

O primeiro conselho de representantes da Escola Técnica Federal do Amazonas foi empossado pelo saudoso professor doutor Aderson Andrade de Menezes, devidamente credenciado pelo ministro da Educação, em dezembro de 1960, e constituído dos industriais Isaac Benayon Sabbá, Mário das Neves Guerreiro, Armando Mesquita, dos engenheiros Antonio Carlos Rhossard Guimarães e Elias Morkazel e do professor José Dias Barbosa, seu primeiro presidente.
A partir da reforma do Ensino Industrial de 1959, a Escola Técnica Federal do Amazonas vem experimentando reformas radicais em sua estrutura pedagógica-didática. Assim é que, a partir de 1962, passaram a funcionar os cursos técnicos. O primeiro deles foi o de eletrotécnica, criando-se, posteriormente, os de edificações e estradas, e, a partir de 1972, funcionará o curso técnico de eletrônica, com equipamento já instalado.

Consta-se que quando da instalação da velha Escola de Aprendizes Artífices, o então secretário de Estado, senhor Antonio Teixeira, fazia “via sacra” pelo bairro da Cachoeirinha, implorando aos pais de jovens em idade escolar, que matriculassem seus filhos na nova Escola Profissional, que funcionou, inicialmente, com apenas três alunos.

Hoje a Escola Técnica Federal do Amazonas, com sua capacidade didática ampliada, instalações e equipamentos renovados, conta com 1.999 alunos regularmente matriculados nos diversos cursos, assim distribuídos:

Ginásio industrial................. 363
Técnico de edificações.......... 419
Técnico de eletrotécnica....... 264
Técnico de estradas............. 153 ................ 1.999


A Escola conta, ainda, com um Conselho de Professores, como órgão consultivo e deliberação pedagógica-didática, presidido pelo diretor executivo e constituído dos seguintes titulares: professores Alfredo Barbosa Salermo, Carlos Alberto Rocha, Edson Alves Pereira, Elias Abdalla Aucar, Geraldo Bonates Bezerra, Helio Prestes Assayag, Jorge Humberto Barreto, Waldir Garcia e Manoel do Carmo Chaves Neto.
 Já passaram alunos que se notabilizaram na vida profissional e se destacaram nas funções que exercem, sendo oportuno recordar, dentre outros, o saudoso professor [Pedro] Silvestre da Silva, fundador do Colégio Brasileiro de Manaus; professores Pojucan Rafael de Souza; Ildefonso Olindo dos Santos e José Dias Barbosa, já aposentados; doutor Agnus Carvalho Veloso, atual vice-diretor da Receita Federal; Afonso Pereira Lima, gerente da Nestlé, em Manaus; o famoso massagista Raimundo (Dico) Paiva; o diretor do Departamento de Estradas de Rodagem do Amazonas, engenheiro Orlando Cabral Holanda.
Os dados acima explicam, por si sós, a grande procura da atual Escola Técnica Federal do Amazonas, que conta com um corpo docente seleto e com uma direção de grande visão pedagógica e administrativa.

Hoje, a Escola Técnica Federal do Amazonas adota métodos educacionais condizentes com a fase de mudança por que passa a sociedade contemporânea. Procura auscultar as tendências vocacionais e instituir cursos técnicos necessitados pelas contingências da vida industrial incipiente, mas com perspectivas da afirmação e continuidade.
Considera “que é preciso fazer sentir a todos os jovens, que não é necessário ser doutor para ajudar este país a crescer; que o técnico de nível médio é tão importante quanto o de nível superior; que é imprescindível romper a atual estrutura que só dá valor à inteligência verbal, deixar para trás a escola discursiva, a do ensino acadêmico orientado às escolas superiores”.


A Escola se preocupa com uma reformulação que possibilite integrar o jovem, de maneira mais rápida possível, no processo de desenvolvimento nacional. Com este propósito, a Escola Técnica Federal do Amazonas se enquadra no entendimento de que a educação é o nosso primeiro problema nacional: primeiro, porque o mais urgente; primeiro, porque solve todos os outros; primeiro, porque, resolvido, colocará o Brasil a par das nações mais cultas, dando-lhe proventos e honrarias e lhe afiançando a prosperidade e a segurança; e, se assim faz-se o primeiro, na verdade se torna o único.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Colégio Militar de Manaus (CMM)


Uns dizem que ele  foi criado pelo Presidente Médici, em 2 de agosto de 1971.
Nessa data ele foi gerado, mas a inauguração mesmo foi dia 7 de abril de 1972.

Como ninguém nasce no dia que é gerado, o mesmo acontece com o CMM - Oficialmente ele foi Criado no governo do Presidente Emílio Garrastazu Médici, pelo decreto-lei nº 68.996, de 02 de agosto de 1971, o Colégio Militar de Manaus (CMM) inaugurou suas atividades em 07 de abril de 1972, numa manhã ensolarada, tendo como idealizador e primeiro comandante o Coronel Jorge Teixeira de Oliveira, sendo o oitavo CM fundado no Brasil.


O 27º Batalhão de Caçadores era um quartel localizado no General Osório. Era desta forma que a população chamava a guarnição militar localizada no centro de Manaus: 27 ou General Osório. Na realidade, o 27º BC funcionou no prédio até 1961. Depois, até 1969, foi o Quartel General de Grupamento de Elementos de Fronteira.

"As instalações ocupadas [pelo CMM] desde a sua criação, cuja construção data de 1863, já foi sede das seguintes Organizações Militares: 1º Grupo de Artilharia de Posição (1863 até 1915); 45º Batalhão de Caçadores (1915 até 1919); 27º Batalhão de Caçadores (1919 até 1961); Quartel-General do Grupamento de Elementos de Fronteira (1961 até 1969); e o Comando Militar da Amazônia (1969 até 1971)."

Localizado à rua José Clemente, nos limites do bairro de Aparecida com início do centro de Manaus, o prédio do CMM ocupa um quarteirão inteiro, sendo circundado pela rua Dez de Julho, nos fundos, pela av. Epaminondas a sua esquerda e pela rua Luís Antony a sua direita. A sua frente, separado pela rua José Clemente, encontra-se o campo de futebol e pista de atletismo - onde mais tarde também foi construído o ginásio esportivo coberto e a piscina semi olímpica - fazendo limite com o colégio salesiano Dom Bosco. Neste campo era realizado todos os anos, no mês de junho, o Festival Folclórico do Amazonas. Sendo transferido para a "bola"da Suframa, com a criação do Colégio.

 

O painel "As Forças Armadas e a Integração da Amazônia", é o maior painel em logradouro público de Manaus.

A pintura neste mural é de autoria do artista Álvaro Páscoa, foi executada por Conrado Sorgenicht Filho, contendo ainda a assinatura de Goeblineyer, e pertence ao Colégio Militar de Manaus.

Trata-se de uma cerâmica colorida, medindo 8,19 de altura e 7,28 metros de largura. A solicitação da obra veio a partir de um concurso realizado entre 1969-1972, sendo que a obra foi instalada no local onde se encontra até os dias de hoje em 1972. O concurso foi promovido pelas Forças Armadas do Amazonas e teve como tema "As Forças Armadas e a Integração da Amazônia".

Diversos artistas participaram deste concurso, entre eles Moacir Andrade, Manoel Borges e Hannemam Bacelar.

O mural representa o trabalho integrado de índios, caboclos e as Forças Armadas cooperando com o desenvolvimento cultural e científico de nossa região. É possível perceber uma sequência narrativa do mural que mostra o trabalho no seringal, o trabalho feminino (índias com pilão), o aprendizado da leitura, o esforço dos militares e o produto dessa união no campo científico e tecnológico, até a construção da cidade. Pode-se notar uma planta regional no canto inferior esquerdo, simbolizando a Amazônia e no canto inferior direito a roda, símbolo do trabalho.

Vejam nas fotos seguintes, as "narrativas" que o mural nos apresenta.







terça-feira, 24 de junho de 2014

ESCOLA ESTADUAL NILO PEÇANHA


Na Joaquim Nabuco, encontra-se mais de meia dúzia de belos sobrados portugueses, alguns com azulejos de inspiração colonial ou já Art Nouveau, ostentando em seus frontões estatuária do Porto. È o caso do Grupo Escolar Nilo Peçanha. Um Casarão do tipo de "Vila Fany", em maiores proporções, trazida até a calçada em que os elementos neoclássicos já não são tão evidentes. Pertenceu à família do seringalista Mendes Cavaleiro e depois serviu de Consulado da Colômbia. É outro prédio a lembrar que a Joaquim Nabuco foi das ruas mais prediletas do Nouveau Riches do início do século.