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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Flandres Futebol Clube

Flandres Futebol Clube



No batente da porta da casa nº 220, da Rua Xavier de Mendonça, onde Carlos Zamith residia, foi fundado em 1943, o time que passou a chamar-se de Flandres Futebol Clube. O nome foi escolhido pelo saudoso Híspere Araújo, o Peroba, que morava numa casa em frente. Eu mesmo pedi a ele, na época estudante do Ginásio Amazonense e uns três ou quatro anos mais velho que os do grupo, que arranjasse um nome para o nosso time.

Alguns dias depois, o Peroba trouxe-nos a notícia: “taqui o nome para o time de vocês” – FLANDRES. De repente, em tom espantoso, um olhou para o outro desconfiado e o Peroba foi logo esclarecendo: “é o nome de uma cidade na Inglaterra”. Acatado o nome, comprei um jogo de camisas na secção de Modas do J.G. Araújo, situada na Rua Marechal Deodoro – verde e branco e listras verticais, calções brancos e só.
A estréia do Flandres foi no campo do Rapapé, no início da Rua Leonardo Malcher, local de boas disputas quando o rio vazava. Animados com os primeiros resultados combinamos um jogo contra o Brasil, da Bandeira Branca. A rivalidade era grande entre as duas ruas. O Flandres foi reforçado com o ponteiro Murilo, que morava na Xavier de Mendonça. Vencemos por 4 a 1, lá mesmo no Rapapé.

Na primeira lavagem do equipamento, pela péssima qualidade do tecido, as camisas ficaram desbotadas e, para melhorar o visual, pedi para minha avó Isabel tingi-las de verde.
Nossos jogos continuavam sendo no Rapapé, onde vez por outra enfrentávamos uma equipe da Leonardo Malcher formada com bons valores, inclusive com o saudoso zagueiro Gatinho.

Mas o Flandres durou apenas um ano. Assim que as camisas foram se acabando pelo uso, o time também desapareceu por completo. Muitos de seus defensores foram para outros clubes do bairro. Murilo, após a nossa vitória frente ao Brasil, da Bandeira Branca, foi levado pelos irmãos Rebelo para o El-dorado que disputava o campeonato da primeira divisão. Azamor também ingressou no El-dorado; Alberto Cidonha e Fernandinho, jogaram no Fast e Jefferson no Independência no tempo de Iano, Carapanã, Osak, Cláudio Coelho, Idelfonso Teixeira, jogadores que estavam em final de carreira.

Eu, que jogava de zagueiro, cintura dura, sempre usando chuteiras amarelas de couro duro fabricadas pelo Nicolau Montemurro e positivamente o pior do time do Flandres, só jogava porque era o dono da bola, das camisas e ainda financiava, depois dos jogos, o refresco de xarope de Guaraná Sorbilis. Não passei do time de aspirantes do Oberon; do Tuxáua da Bandeira Branca; do juvenil do Independência, na época treinado pelo antigo jogador Ofir Corrêa ou ainda de reserva do time de aspirantes do Eldorado, embora tenha participado, em 1948, do time titular do Brasil, da Bandeira Branca, no Campeonato da Liga Auxilium, do Colégio Dom Bosco, organizado pelo professor João Liberal.

Fonte: Baú Velho /  Posted by: Carlos Zamith

Atlético Barés Clube

O Barés




O time de futebol do Atlético Barés Clube, depois de disputar o campeonato na Liga Matinal, uma categoria de pequenos clubes e que era supervisionada pela FADA, chegou à primeira divisão em 1948. Nesse campeonato faziam parte Nacional, Princesa Isabel, Eldorado, América, Independência, Tijuca e Fluminense, da Praça 14. O Nacional, que havia se retirado no meio do campeonato anterior, estava de volta.

A estréia do Barés na primeira divisão deu-se contra o Tijuca e em seu time figuravam alguns bons jogadores do nosso futebol, dentre eles o goleiro Guilherme, Mário Matos, Dino, Gatinho, Zé Nery, Marcus Gonçalves, Júlio, Betuca, Nagib Chama e Eduardo.
No ano seguinte ao seu ingresso na divisão principal, o Barés abandonou a competição, em 6 de agosto, por discordar da proclamação do Fast como campeão da temporada. Mas, em 1951, estava de volta e ficou até 1953. Saiu e nunca mais voltou. Permaneceu durante muito tempo na área social e em sua sede, na Rua Miranda Leão (altos), foram realizados memoráveis bailes, principalmente na quadra carnavalesca, quase todos transmitidos pela Rádio Rio Mar que estava nos seus primeiros anos de vida.

O time que aparece na foto de hoje é de 1949.

Fonte: Baú Velho / Posted by: Carlos Zamith

Nacional Fast Clube


Nacional Fast Clube, fundado no dia 8 de Julho de 1930. 

Tinha dois apelidos, Tricolor do Boulevard e Rolo-Compressor. 

Suas cores são o azul, branco e vermelho. 

Dois hinos do Fast foram criados em 1970, ambos de autoria de Mafra Jr., gravados em compacto simples, com coral da CBS.

HINO DO NACIONAL FAST CLUBE
(Mafra Júnior)

I
Sua glória é lutar
Seduz a gente popular
E hoje é dia
De alegria
Acabou a nostalgia
FAST CLUBE tu és a esperança

II
O povo deposita confiança
Quando entras pra lutar (ha ha ha ha ha ho ho ho ho ho)
FAST CLUBE a tua estrela é explendor
Para o inimigo é um Rolo Compressor
Para a torcida sempre grande vencedor ( ho ho ho ho ho ha ha ha ha ha)

Fonte: Baú Velho

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

MANAÓS ATHLETIC - O Primeiro time


MANAÓS ATHLETIC - O Primeiro time

1914 Manaós Athletic

O técnico da seleção inglesa, Roy Hodgson não queria que sua equipe jogasse em Manaus. Antes mesmo do sorteio da Copa do Mundo, realizado em dezembro do ano passado, na Costa do Sauípe, na Bahia, ele já havia dito que a capital do Amazonas era a cidade a ser “evitada” por conta do calor e da distância.

Quando o sorteio começou logo veio a grande surpresa: a Inglaterra não só jogaria aqui como ainda enfrentaria a Itália em um clássico europeu em plena Arena da Amazônia, no dia 14 de junho deste ano.

Mas a pergunta que não quer calar é: - Afinal, é tão difícil para os ingleses jogar futebol em Manaus? Se depender da própria história do futebol amazonense a resposta certamente será não.

O que o treinador da Inglaterra e muitos ingleses certamente desconhecem é que foram eles mesmos que trouxeram o futebol para Manaus e, não satisfeitos, ainda fundaram um time (só de jogadores ingleses) e fizeram história conquistando o primeiro Campeonato Amazonense de Futebol disputado em 1914, há exatos 100 anos com o Manaós Athletic Club.

Fundação

O Manaós Athletic foi fundando pelos ingleses no ano de 1908. A equipe só admitia jogadores britânicos. Naquele tempo a presença inglesa era forte na cidade Manaus, que vivia o início da decadência do Ciclo da Borracha, período em que a capital teve a economia impulsionada pela venda do látex extraído das seringueiras.

O time era basicamente formando por engenheiros, comerciantes e bancários ingleses que viviam na cidade. “Eles moravam na Vila Municipal que era a base da comunidade inglesa em Manaus”, atesta o historiador Gaspar Vieira Neto, 38.

Primeiro time

O Manaós Athletic se tornou o primeiro grande time local e o único que conseguia fazer frente aos ingleses era o time do Nacional Futebol Clube, fundando em 1913.

O primeiro torneio, em 1914, aliás, teve os dois times como protagonistas. O campeonato de 1914 foi disputado no formato de pontos corridos, só que nesta época a vitória valia apenas dois pontos e o empate valia um ponto. No final do certame o Manaós ficou dois pontos à frente do Nacional, conquistando assim o seu primeiro título. Nesta época boa parte das partidas eram disputadas no campo do Bosque Municipal e também em um campo que ficava localizado na Rua Floriano Peixoto, no Centro de Manaus.

A primeira taça do Campeonato Amazonense foi batizada de Taça Gordon. O motivo? “Ela foi confeccionada por encomenda de um comerciante inglês chamado William Gordon. Era uma taça de prata e ele ofereceu para a Liga Amazonense de Football que, em sinal de agradecimento, resolveu dar à taça o nome dele”, afirma Gaspar.

Craques

Os craques do Manaós Athletic eram os atacantes Bolivar Purcell, Cunningham, Gorvin, Burns e Barton. O time conquistou o bicampeonato em 1915, na ocasião o vice-campeão foi o Manaós Sporting.

Depois de conquistar o segundo título consecutivo o time britânico deixou a liga de futebol e seus atletas passaram a se dedicar a outros esportes. Eles ainda introduziram em Manaus o críquete, o tênis, além do basebol, mas nenhum desses outros esportes caiu no gosto da população.

O clube inglês foi extinto em 1922, mas deixou uma marca na história. O Manaós provou aos ingleses, em tempos bem mais complicados do que os dias atuais, que era possível sim não apenas jogar em plena selva amazônica como ainda conseguir resultados expressivos.

Quem sabe esta história não inspire a Seleção Inglesa a fazer um grande jogo contra a Itália, na Arena da Amazônia...



SPECIAL REPORT: MANAUS, ENGLAND AND FOOTBALL

The England National Team coach Roy Hodgson did not want his squad to play in Manaus. Even before the World Cup´s Final Draw, held in last December in Costa do Sauipe, Bahia, he had already said that the capital of Amazonas state was the city to be "avoided" due to the high temperatures and long distance.

When the picking began soon came the big surprise: England would not only play here but would also face Italy in an European derby held at Arena Amazonia on June 14th of this year.

But the question to be asked is: After all, is it so difficult for the English to play football in Manaus? If it depends on the history of the local football, surely the answer will be “no”.

What the English coach and the many Englishmen are certainly unaware of is that it was them who brought football to Manaus and, not satisfied, even founded a team (only with English players), making history by winning the first Amazonas Football Championship played in 1914 , exactly 100 years ago, with the Manaós Athletic Club .

Establishment

The Manaós Athletic was founded by Englishmen in 1908. The team only allowed british players inclusion to be submitted. At that time the british presence was strong in Manaus and they lived the early years of the Rubber Cycle downfall, a period when the capital had its economy driven by the sale of latex extracted from the “rubber trees”.

The team was basically formed by engineers, merchants and english bankers who lived in the city. "They lived in the Vila Municipal neighborhood which was the consecrated English community base in Manaus," says historian Gaspar Neto Vieira, 38.

Manaós Athletic

The Manaós Athletic became the first major local team and the only adversary who could stand up the British was the Nacional Futebol Clube, founded in 1913.

The first tournament, in 1914, had the two teams as protagonists. This championship was played with a consecutive points format, but back then the victory was worth only two points and draw one point. At the end of the event, Manaós scored two points ahead of Nacional plus winning its first title. In those years, much of the matches were played in the pitch of the Bosque Municipal (municipal woods) and in a pitch that was located at Floriano Peixoto Street, in downtown Manaus.

Championship

The first Amazonas Championship trophy was named Gordon Cup. The reason? "It was made by order of an English merchant named William Gordon. It was a silver cup and he offered it to Amazonas Football League that, as a sign of gratitude, named the cup after him", said Gaspar.

The stars of Manaós Athletic were the attackers Bolivar Purcell, Cunningham, Gorvi , Burns and Barton. The team won the championship again in 1915. This time, the runner-up was Manaós Sporting.

After winning the second consecutive title, the british team left the football league and its players went on to pursue other sports. They also introduced cricket and tennis to Manaus, besides baseball, but none of these other sports caught the population attention.

The english club was closed in 1922 leaving a trace of its glory in the local history. The Manaós proved to the English, in times far more complicated than nowadays, that it was possible not only to play in the Amazonian jungle but to still achieve impressive results.

Who knows if this story does not inspire the English National team to make a great match against Italy at Arena da Amazônia (Amazon Arena).

Uma breve historia do futebol no Amazonas.


Uma breve historia do futebol no Amazonas.

Manaós Athletic ( Veja a história deste time, clicando AQUI )


O Futebol no Amazonas começou a ser praticado no fim do Século XIX.

Inicialmente trazido pelos ingleses (lembremos que Manaus à época era uma cidade cosmopolita) e depois praticado pelos "naturais".

Breve histórico

Entre 1890 e 1914, Manaós (note-se a grafia diferente do que hoje – Manaus), conheceu seu auge econômico por causa do "Boom" da Borracha. Rapidamente, de uma pequena cidade surgiu em poucos anos verdadeiros monumentos e palácios, rede de esgotos, paralelepípedo, companhias de teatro, teatros, Pontes, Mercados, Porto moderno (Roadway) etc.. Os ingleses foram basicamente os maiores financiadores dessa estruturalização da cidade.

Manaus foi a primeira cidade a ter Universidade no Brasil. A Segunda a receber luz elétrica. A Segunda a receber Bondes (Do Nazaré e o central). Com muito prestígio e fausto, não é lenda afirmar que os papel - moedas eram queimados para acender charutos dos ricos.

E o FUTEBOL? Os ingleses foram os implementadores do Futebol que nós conhecemos hoje. Não diríamos fundadores ou criadores , pois estaríamos subestimando ou omitindo jogos idênticos realizados em povos remotos. No Brasil, em 1894, Charles Muller trouxe a bola e fomentou o esporte. Em Manaus, o surgimento dessa idéia se deu um pouco mais tarde.

Sabe-se por meio de fatos comprovados que no Antigo campo do Luso, aonde hoje assenta-se o Ginásio Renê Monteiro e terras circunvizinhas à Ponte dos Bilhares na Avenida Constantino Nery haviam jogos disputados entre os ingleses que residiam em Manaus. Em 1906 oficialmente pode-se datar como o primeiro ano que realmente houve detalhes de partidas entre os britânicos.

Em 1906 também, surgia o Campo do Parque Amazonense, mas só que para corridas de cavalos e alguns outros esportes diversos.

Voltando à questão da localização do Antigo Campo do Luso, assistindo àquele jogo chamativo, sem preconceito de cor, altura, peso, etc.. O amazonense começou a se interessar e também a praticar o novo esporte. O futebol à naqueletempo era tão desconhecido, que os jornais da época só falavam do Velódromo de Manaus. Mesmo assim, aqui ou acolá havia alguma referência ao FOOTBALL praticado pelos marinheiros, empresários e despachantes ingleses.

O primeiro Campeonato Oficial do Amazonas se deu somente em 1914 quando o Manaus Athletic Club (clube essencialmente formado por ingleses) tornou-se campeão. O fato se repetiu em 1915 no bi - campeonato.

Por essa época já havia a derrocada da Borracha, e, os ingleses logo partiram de volta à Europa, ficando aqui, apenas alguns nichos de europeus, mas o esporte já estava consagrado, com os "filhos da terra" já o praticando. Foi quando o Nacional Futebol Clube tornava-se penta - campeão (1916 – 1920).

Onde hoje localiza-se uma famosa farmácia de Manaus, nas esquinas da Avenida Constantino Nery com Rua Leonardo Malcher havia a antiga sede dos Ingleses, que depois foi adquirida pelo Olímpico Clube.

Durante algum tempo o Pequeno Estádio General Osório que hoje pertence ao Colégio Militar de Manaus, no Centro da cidade serviu de palco para jogos de FOOTBALL. O Parque Amazonense surgiu na década de 10 para o futebol. Com capacidade de público para no máximo 12 mil espectadores foi até 1973 a principal praça desportiva, seguida da Colina, de propriedade do São Raimundo que era o segundo estádio.

Nas redondezas do "Centro – Histórico" do Futebol amazonense, localiza-se o Bosque Clube, que tem ascendência inglesa nos seus anais. Do Campo do Luso só restou saudades. O Igarapé (Mindú e da Cachoeira) que passa no local, delimita duas áreas que no final do Séc. XIX foi palco dos primeiros jogos na capital baré.

Hoje, nessa mesma avenida Constantino Nery localiza-se o majestoso estádio Vivaldo Lima, a aproximadamente 2 km desse local, mais para o Norte da cidade. Inaugurado em 1970 é a principal Praça Desportiva de Manaus com capacidade de público aproximada de 50.000 pessoas (hoje). É chamado também de "Coliseu do Norte", "Tartarugão" e "Vivaldão". lembremos que antes da grande reforma de 1995, no Vivaldão cabiam 58.000 torcedores.

O Amazonas, principalmente pelo cosmopolitismo de Manaus foi um dos primeiros pontos do Brasil a receber o Futebol. Pouca gente sabe, mas o Nacional, Fundado em 1913; Rio Negro, 1913; São Raimundo, 1918; Luso, 1912, etc... Quando surgiram já foram estreando no futebol. Por isso mesmo, o futebol amazonense, mesmo aos "trancos e barrancos" pelo tempo , permeado às vezes com algumas glórias, deve merecer o respeito de qualquer desportista que ame a bravura, o destemor e que admira a História com base do presente. O passado é a verdade implícita de que nosso presente e o futuro que virá serão autênticos por causa do Início lá atrás. Sem Início não há meio ou fim.

Por Daniel Sales

quinta-feira, 26 de junho de 2014

SUL AMÉRICA


O SUL AMÉRICA Esporte Clube começou como Serra Azul, um time de garotos, sem sede e muito menos diretoria. Dele faziam parte, dentre outros, Basilio, Joca, Dogival e Junot Frederico. Oficialmente transformou-se em Sul América que foi fundado 1º de maio de 1932, pelo mesmo grupo, reforçado por outros jovens, todos residentes no bairro de São Raimundo.

Na frente da casa do comerciante José Vieira, do lado oposto ao Grupo Escolar Olavo Bilac, na Rua 5 de Setembro, onde havia uma frondosa mangueira, os rapazes, com idades de 14 a 20 anos, reuniram-se e decidiram logo pela denominação do clube. Raimundo Verçosa, que era goleiro do São Raimundo na época com 19 anos, sugeriu o nome de Sul América ao lembrar de um clube argentino ou uruguaio com o mesmo nome. O uniforme também foi decidido na mesma reunião por Valder Vieira: azul e branco.

CAMPEÃO DA TAÇA

Os feitos do Trem da Colina: Campeão da Taça Amazonas de 1977, competição de um só turno, disputado por cinco agremiações. Sul América venceu todos os adversários: Fast, 1 a 0; América, 4 a 0; São Raimundo, 2 a 1 e Nacional, 2 a 0, marcando nove gols contra apenas um sofrido.

BICAMPEONATO

1992 - O Sul América, sob a direção do desportista Mário Cortez no departamento de futebol, contando com outros colaboradores como Valdeir Gondin, Luís Castelo, Raimundo Góes, Lindolfo Cardoso, José Taveira, Jandeir Cardoso e Hélio Duarte, do massagista Mundinho e do roupeiro Gaguinho, voltou a disputar a competição oficial.

1993 BICAMPEÃO – Começou conquistando o Torneio Inicio. Nesta temporada, o Sul América contou ainda com mesmo grupo de colaboradores. Mas o braço forte do Trem da Colina, sem dúvida foi o empresário Mário Cortez, que lutou, gritou e batalhou para que o Sul América chegasse ao título e, também, à Copa do Brasil, uma vez que forças ocultas queriam tirar o direito de seu clube, legítimo campeão amazonense.

Há algum tempo o Sul América obedece a incansável colaboração do empresário Luiz Costa, que ao lado de seu filho, o advogado Alex, também jogador do time profissional, vai levando o “Trem da Colina”, enfrentando uma série de obstáculos, para não deixar de disputar a competição oficial.

Fonte: BAÚ VELHO