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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Antonio Pizzonia

Antonio Pizzonia


Antonio Reginaldo Pizzonia Júnior (Manaus, 11 de setembro de 1980) é um piloto de corrida brasileiro. É filho de Antonio Reginaldo Pizzonia e neto de Carmelo Pizzonia, família radicada em São Carlos. O piloto já foi casado com a atleta Maurren Maggi, com quem teve uma filha, Sofia.

Carreira

Estreou na Fórmula 1 em 2003, como piloto de testes da WilliamsF1 e correu quatro grandes prêmios em 2004, no lugar de Ralf Schumacher, e em 2005 correu a temporada inteira subistitunido Ralf Schumacher.


Começou na Fórmula 1 na extinta equipe Jaguar, de propriedade da Ford, na época, dirigida pelo ex-piloto Niki Lauda. Após a demissão de Lauda e por seguidamente apresentar performances muito inferiores as de seu companheiro de equipe Mark Webber, Pizzonia foi demitido. Foi então contratado para ser novamente piloto de testes da equipe Williams, substituindo o alemão Ralf Schumacher em algumas provas durante a recuperação deste após grave acidente na temporada de 2004. Após algumas corridas substituindo Nick Heidfeld em 2005, foi preterido pelo estreante Nico Rosberg na vaga de titular da equipe de Frank Williams para a temporada de 2006.

Antonio Pizzonia fez vinte corridas na Fórmula 1 e marcou 8 pontos no total.

No final do ano de 2006, Pizzonia foi contratado pela equipe do piloto italiano Giancarlo Fisichella, a FMS, para disputar a temporada de 2007 da categoria de acesso à Fórmula 1, a GP2. Pizzonia participou de todos os testes da pré-temporada, terminando entre os cinco primeiros em todos eles, porém em junho de 2007, Antônio Pizzonia foi demitido da FMS devido a fracos resultados. Em seu lugar, o britânico Adam Carroll foi contratado.

No ano de 2007, disputou uma corrida no campeonato da Fórmula Mundial pela equipe Rocketsports. Terminou em 10º lugar em sua corrida de estréia mas como não conseguiu patrocínio, foi preterido pela equipe, sendo convidado, em 2008, também pela Rocketsports, para a última corrida da Fórmula Mundial, que teve sua fusão com a F-Indy.

Stock Car


Ainda em 2007 disputou algumas etapas da Stock Car pela equipe WIN Motorsports. No ano seguinte foi contratado para defender ao lado do piloto paranaense Thiago Marques a equipe Cimed-Action Power/Marques Motorsports (time B da equipe Action Power), tendo também dirigido o carro do Sport Club Corinthians Paulista na Fórmula Superliga.

Em 2009, competiu na Stock Car defendendo a equipe Amir Nasr Racing, a bordo da bolha do modelo Peugeot 307 e pilotando também o carro do Sport Club Corinthians Paulista.

Na temporada de 2010, Pizzonia passou a pilotar pela equipe Hot Car na Stock Car e também pela equipe CRT Brasil na GT Brasil a bordo de uma Ferrari F430 GT3, fazendo dupla com Walter Derani.

Curiosidade

Devido a que no Campeonato Brasileiro de Stock Car implementa-se numeração fixa para seus participantes, Antonio Pizzonia curiosamente adotou o número 1 para decorar os laterais de seu carro. Como o número 1 não se tem em conta para identificar ao campeão, Pizzonia elegeu-o apesar de não o ser.

Recentemente Antonio Pizzonia gravou vídeos como um personagem criado por ele mesmo em homenagem ao ex-guitarrista do Guns N'Roses Slash. A serie de vídeos pode ser vista em seu perfil no YouTube | http://www.youtube.com/apmonaco2005.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.








terça-feira, 23 de setembro de 2014

CANTORA SALETE MACHADO

CANTORA SALETE MACHADO


Foi batizada Maria da Salete Pereira Machado, nasceu no Rio Grande do Norte, na cidade de Cruzeta, mora na Fundação Doutor Thomas, possui deficiência visual, mesmo assim, destaca-se como uma excelente compositora e cantora, além de possuir um invejável alto astral.

Ela foi casada duas vezes, sendo mãe de seis filhos; veio para Manaus aos 35 anos idade, perdeu a visão aos 51 anos de idade e, entrou no Asilo com apenas 57 anos.

Depois que perdeu o sentido da vista, o seu dom musical veio aflorar, compôs inúmeras músicas, sendo as mais conhecidas: “Telefone” (foi gentilmente doada ao cantor pop-brega Nunes Filho) e "Serinqueiro" (fala da época áurea da borracha e dos trabalhos dos seringueiros)..

Gravou dois CD`s, o primeiro foi “A Luz dos Meus Olhos”, com dez faixas de sua própria autoria, faz parte do projeto Valores da Terra; o segundo, foi dedicado às criancinhas de Manaus, chama-se “Canções Infantis da Vovó Salete”, com destaque para “Coelhinho”, “Parabéns” e “Pinóquio”.


Além desse dom musical, ela esbanja alegria, felicidade e alto astral, foi rainha do carnaval de 2007, da Fundação Doutor Thomas, além de ser homenageada no “Dia Internacional da Mulher”.

Ela encontrou o seu segundo amor na própria instituição onde mora, o seu casamento foi realizado na Fundação, com direito a um belo vestido branco de noiva e tudo o mais, o evento foi filmado e passado numa televisão de Manaus, infelizmente, o seu marido veio a falecer pouco tempo depois.

Salete chegou a morar com um casal de japoneses, no Conjunto Dom Pedro, zona centro-oeste. A Salete gostava de imitar a voz de homem, ligava para os programas de rádio, pedia para tocar algumas músicas românticas e oferecia para as amigas, em especial, para a Doutora Graça (Delegada de Polícia, sua amiga), certo dia, foi descoberta a brincadeira, mesmo assim, ainda continuou a oferecer lindas melodias a amiga querida.

Ela, uma vez, foi ao Bar do Armando, no Largo de São Sebastião, neste mesmo momento, lá também estava Áureo Nonato (autor dos livros “Os Bucheiros” e ”Pitombas & Biribás” e, do hino de Manaus), ele foi divulgar o CD da cantora, foi um show, com direito a muito “Aluá” (bebida fermentada da casca do abacaxi) e pupunhas à vontade.

Quem desejar conhecer esta figura e adquirir os seus CD´s, deve se dirigir a Fundação Doutor Thomas, na Rua Dr. Thomas, 798, bairro Nossa Senhora das Graças, CEP: 69053-035, telefone: (92) 3236-9629 E-mail: fdtam@pmm.am.gov.br, com entrada também pela rotatória da Rua Maceió. É isso.


VEJA ABAIXO, REPORTAGEM SOBRE A CANTORA SALETE, FEITA PARA O JORNAL A CRÍTICA


A ex-doméstica Maria da Salete Machado, 75, e o advogado Délio Conte, 83, têm mais em comum do que o fato de serem residentes da Fundação Doutor Thomas (FDT). Trata-se da relação de ambos com a arte: ela é cantora e compositora, enquanto ele é escritor de contos, poesias e poemas. “Estou há quase 20 anos aqui. Nasci em Cruzeta (RN) e vim trabalhar como empregada aqui. Aos 50, perdi minha visão”, relembrou a senhora, carinhosamente chamada de ‘Sassá’ por colegas e profissionais da fundação.

Ao falar do primeiro contato com a música, ela afirmou ter deixado o talento para ser descoberto “na hora certa”. “A primeira música que compus foi ‘A vida do seringueiro’. Surgiu por vontade própria mesmo. Achei que poderia escrever e escrevi”, comentou. Sem se ater a datas, a senhora estabelece a própria discografia por ordem de lançamento. “Tenho dois CDs gravados. O primeiro foi ‘A luz dos meus olhos’, com dez faixas. Tive grande ajuda do músico Edu do Banjo, que me conseguiu um patrocínio para o projeto”, declarou.

O segundo álbum foi ‘Canções infantis da vovó Salete’. Composições como ‘Coelhinho’ e ‘Peixinho’ foram interpretadas ao vivo por ela em escolas e outros estabelecimentos. “Eu levava os CDs, vendia e cantava”, acrescentou. Entre outras realizações de dona Salete estão as autorias das músicas ‘O telefone’, sucesso na voz de Nunes Filho, e ‘Melô ‘Então Morra’’, marchinha que se tornou hit local no site YouTube por abordar um episódio envolvendo o ex-prefeito Amazonino Mendes.

Mãe de seis filhos — cinco potiguares e uma amazonense —, ela revelou que tem como sonho a gravação de um novo CD, apenas com boleros antigos. “Sinceramente, eu não pretendo, pois dá muito trabalho. Mas se surgisse uma proposta, eu não pensaria duas vezes”, confessou.

Brindes para leitores

Autor dos livros de contos ‘Cenas da juventude avançada’ (1969) e ‘Lama no asfalto’ (1970), o advogado Délio Conte lançou uma campanha voltada para os leitores: quem já tivesse lido ou adquirido alguma de suas obras seria recompensado com um brinde. “Escrevo desde a época de estudante de Direito. A última publicação foi ‘A cabocla e o sonho’, obra distribuída na forma de folhetos”, informou. “Pensei nessa promoção para premiar quem lê e incentivar ainda mais a leitura. Os brindes são livros que tenho comigo”, complementou.

Apesar de já ter abandonado a prática de escrever, Délio tem outros textos não publicados, entre poemas, poesias e outros contos. O plano, segundo ele, é juntar aos livros e publicar todo esse material como antologia. “Já dei início ao projeto, mas falta verba. São mais de 35 escritos que falam da minha vida e de Manaus”, encerrou.

A fundação

De acordo com a chefe de Divisão e Atenção ao Idoso da FDT, Michele Falcão, várias atividades culturais são desenvolvidas com os residentes. Às terças e sextas, por exemplo, eles contam com lazer e recreação por meio de jogos e música. “Nós também promovemos um passeio mensal e uma sexta dançante, além de celebrarmos todas as datas comemorativas”, concluiu.


VEJA ABAIXO UMA APRESENTAÇÃO DE SALETE REGISTRADA EM VÍDEO

ÁUREO NONATO

ÁUREO NONATO


Nasceu em Manaus, no bairro de São Raimundo, em 1º de Abril de 1921 e, faleceu no dia 23 de Março de 2004, no Instituto do Coração de Manaus, vitima de complicações pulmonares - foram 83 anos de muita produção artística, dedicada ao Brasil e a sua querida cidade natal - militou no jornalismo, foi também um escritor consagrado, além de poeta e compositor.

Ainda muito jovem, com apenas dezessete anos de idade, embarcou no navio “Prudente de Moraes” com destino ao Rio de Janeiro, como voluntário do Exército Brasileiro, ficou no 14º Regimento de Infantaria do 1º Exército, sediado em São Gonçalo - passou cincoenta anos no eixo Rio-SP, chegando a receber, em 1987, o título de cidadão do Estado do Rio de Janeiro.

Ao se aposentar, resolver viver os últimos anos da sua vida na sua amada Manaus – tinha condições financeiras para viver muito bem obrigado, mas, contrariando a família, foi morar no “Asilo Doutor Thomas”.

No abrigo em que morava voluntariamente, tinha toda a liberdade para entrar e sair, no horário que bem entendesse – por ser um boêmio inveterado, gostava da noite, era um notívago como todo bom poeta, adorava festas, era um exímio “pé-de-valsa”, contar causos era com ele mesmo, era muito bom de papo, mas, não gostava de ser contrariado, esquentava a cabeça facilmente – curtiu muito bem os seus últimos anos da sua vida nos botecos tracionais de Manaus.


Tive o privilégio de conhecê-lo quando trabalhava na DANCE MIX PRODUÇÕES, onde o Sr. Áureo Nonato ia todo mês, para fazer várias copias um cd com músicas suas. Modestia a parte, o Sr. Áureo Nonato fazia questão de ser atendido por mim, pela atenção total que dedicava à ele. A última vez que o vi, foi meses antes de seu falecimento, ele foi fazer 10 cópias de seu cd comigo, e ao sair brincamos sobre sua demora em reaparecer no estúdio com a gente, ele disse: "É meu filho, a única coisa em mim que continua rápida e rasteira são minhas lembranças e minhas manias". Como sempre, fui até a rua, e parei um taxi pra ele, o busquei dentro do estúdio e o levei, em calmos e lentos passos até o taxi, e antes de partir, se despediu de mim com um: "Até outra hora !!!". Depois saí do Estúdio e nunca mais o vi.

Ainda tenho comigo uma cópia do cd que ele me presenteou em mão e o guardo como um troféu.


Com relação a sua produção cultural, o escritor e poeta amazonense Rogel Samuel, assim descreveu a atuação do Áureo Nonato: 

“Foi autor de várias obras importantes da literatura amazonense, entre eles “O Porto das Catraias” (1987) e “Os Bucheiros”, 1983 (Prêmio Osvaldo Orico), 1982, da ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS). Esta última sendo considerada a obra-prima do autor e utilizada pela Universidade Federal do Amazonas como leitura obrigatória do seu vestibular. O escritor era colaborador de jornais com suas crônicas sempre bem-vindas e pertencia à Academia Amazonense de Letras, ocupando a cadeira de nº 17. Ele era um excelente escritor, de prosa leve e agradável. Como compositor musical é autor de uma espécie de Hino Oficial do Amazonas, e de várias canções, uma das quais seria gravada por Elizeth Cardoso (não temos certeza de que a gravação foi feita). Viveu longamente no Rio e São Paulo. Trabalhou com Paschoal Carlos Magno no Rio, foi diretor da Companhia Dramática do MEC, Secretário do Teatro do Estudante, Secretário da Companhia Dulcina, da revista «Vida». Em São Paulo trabalhou no jornal "A noite". Seu livro "Os Bucheiros" traça um painel da vida amazonense de Manaus da década e 20 e 30, e tem como foco o seu pai açougueiro. Existe um vídeo sobre sua vida. O escritor vivia muito pobre, num asilo, em Manaus”. 

Deu um belo presente para a sua cidade com a música “Canção de Manaus”, com a seguinte letra:

Que viu você
Não pode mais esquecer
Quem vê você,
Logo começa a querer;
Manaus, Manaus, Manaus
Minha cidade querida.
Manaus, Manaus, Manaus,
És a cidade sorriso,
Esperança da nossa Amazônia.
Manaus, Manaus, Manaus,
Minha cidade querida.
Manaus, Manaus, Manaus.

Por ter frequentado assiduamente o Bar do Armando e amado muito a Banda da Bica, tornou-se um “biqueiro” de carteirinha, sendo homenageado por todos os colegas de boteco quando completou oitenta anos de idade, no dia 1º de Abril de 2001, que por coincidência é também o “Dia da Mentira” -, “Será que sou um mentiroso” – brincou Áureo Nonato, ao informar a data de seu nascimento.

O blog “Amor de Bica”, editado pelo Simão Pessoa, fez a seguinte homenagem ao nosso poeta: “Sem parar de escrever e cantar, que é seu hobby favorito, Áureo Nonato é crítico e costuma ironizar fatos políticos e a sociedade local em seus romances, crônicas e poesias. Ele completou o primário no grupo escolar Olavo Bilac e fez até o primeiro ano do ginásio no colégio Dom Bosco. O escritor se orgulha de sua formação acadêmica. “Aprendi rudimentos de francês e latim e sempre fui tido como uma criança inteligente”.Áureo garantiu que é o único amazonense até hoje a ganhar um prêmio da Academia Brasileira de Letras. Em 1982, ele conquistou o prêmio Osvaldo Orico com o livro Os Bucheiros, que é um memorial de infância.A obra foi aumentada e ilustrada para uma 3º edição, publicada pela Valer Editora. O livro, além das histórias dos amigos de Áureo, descreve com precisão a Manaus de 1921 a 1938. Além de Os Bucheiros, Áureo Nonato escreveu Pitombas e Biribás, livro formado por uma coletânea de crônicas e poemas publicados nos jornais da cidade, e Porto das Catraias, publicado pela Imprensa Oficial e que conta as lembranças da juventude do autor e sua viagem para o Rio de Janeiro como voluntário do Exército, em 1938, no navio Prudente de Morais”

O nosso poeta foi para o andar de cima, deixando uma obra inédita: “Batelão de Ilusões” ou “A Solidão Não Me Dói”, não chegou a optar pelo titulo definitivo, - “Este livro vai mexer com muita gente, conto coisas hilárias e ridículas que aconteceram ao meu redor”, assim confidenciou o autor ao Simão Pessoa, na comemoração dos seus oitenta anos.

Sempre em Junho, a Prefeitura de Manaus, por meio do Conselho de Políticas Culturais/ManausCult, promove a edição dos “Prêmios Literários Cidade de Manaus”, com o objetivo de distinguir obras inéditas de autores brasileiros, em Língua Portuguesa, com o  “Melhor Livro de Memória”, prêmio Áureo Nonato. Uma bela homenagem ao poeta e escritor.

Abaixo, cópias da partitura da "Canção de Manaus" (frente e costa) que me foi presenteada pelo saudoso Aureo Nonato ao sr. Aldemir Bispo.






quarta-feira, 3 de setembro de 2014

TEIXEIRA DE MANAUS

ESPECIAL TEIXEIRA DE MANAUS (1981-1988)


Sim, senhor! Ele é referência da música instrumental amazonense. Hoje, mais de duas décadas depois de subir ao palco pela primeira vez, Teixeira de Manaus pode olhar para trás e ter a alegria desta conquista. A importância de seu legado jamais poderá ser contestada.

Teixeira de Manaus foi um dos maiores vendedores de discos na década de 80, e aquele refrão: "Parárará, Teixeira de Manaus / Parárará, Teixeira de Manaus" grudava na cabeça da gente. Nos domingos, depois do almoço só dava ele. O som alto nem incomodava a vizinhança: “Abra a sua porta, deixa o meu sax entrar.” Na música Boi Voador (Mauricio Pardo e Denílson Novo), do grupo “Os Tucumanus”, o nome de Teixeira é exaltado, com as honras de Boi luz de guerra.

Teixeira de Manaus é um dos patrimônios da música do Norte. Aos poucos, se recupera de um período difícil que comprometeu em muito sua saúde. Aos 63 anos (em 2008) não sabe se poderá voltar aos palcos. Mas não importa; quem foi rei nunca perde a majestade.

*Texto extraído do blogue clubdacultura.blogspot.com


Baixe os discos, clicando sobre o título do mesmo



Teixeira de Manaus Discografia 

Faixas:

1.Lambada pra dançar
2.Balançadinho
3.Ritmo jovem
4.Cumbiando
5.Desmontando o Sax
6.Texeira de Manaus
7.Comanchera
8.Merenguê Merengá
9.Carinteca de Maria
10.Oba!
11. Auê-Ra-Uê
12.Beiradão



Teixeira de Manaus Discografia

Faixas:

1.Sax na Lambada
2.Deixa Meu Sax Entrar
3.Xote do Interior
4.Alegria do Sax
5.Dance Lambada
6.Mania de Forró
7.Vou de Mambo
8.Meu Forrozão
9.Gafieira do Teixeira
10.Vem Me Abraçar
11.Alô Norte e Nordeste
12.Assoprando Pro Brasil



Teixeira de Manaus Discografia

Faixas:

1.Balançando com o Sax
2.Obrigado Sinhô e Sinhá
3.Mexendo na Lambada
4.Eu Também Quero
5.Forró de Breque
6.Crianças do Brasil
7.Forró Amazonense
8.Xote do Amor
9.Vamos Forrozar
10.Vem Aproveitar
11.Chorinho do Rio Negro
12.Meu Querido Velho





Teixeira de Manaus Discografia

Faixas:

1.Fuxicando
2.Já Mataram o Velho
3.Pau de Sebo
4.Lambada do Interior
5.Forrolando
6.Quantas Saudades
7.Olha Eu Aí
8.O Canoeiro
9.Pra Lá e Pra Cá
10.Pacote de Baião
11.E Lá Vai Xote
12.Alô Criançada




Teixeira de Manaus Discografia


Faixas:

1.Garimpeiro e Seringueiro
2.Mambo Brasileiro
3.Quero Suar com Você
4.Muriçoca
5.Espedaçando
6.Vamos Cumbiar
7.Lambada do Amazonas
8.Chameguinho Bom
9.Sax Invocado
10.Só no Balanço
11.Não Chore
12.Cabelos Brancos

Baixe o LP



Teixeira de Manaus Discografia

Faixas:

1.Balanço do Norte 
2.Esse Bicho É Bom 
3.Filho do Interior
4.É no Remelexo
5.Quero Ter Você 
6.Gostosinho 
7.Arrasta-Pé do Povo
8.Remexendo na Lambada 
9.Forró Romântico
10.Vamos à Caracas
11.É Tempo de Cumbia
12.Sax, Samba e Brasil

Baixe o LP



Teixeira de Manaus Discografia

Faixas:

1.Recuerdos de Ypacarai
2.Bailando Salsa
3.Rumba Loca
4.O Passito
5.Nuestro Juramento
6.Yo Cantarei
7.Na Ginga da Salsa
8.Balanço Brasileiro
9.Malagueña
10.Requebra Morena
11.Quien Sera (Sway)
12.Margherita

Eduardo Piccinini


Lenda da natação amazonense fala sobre seu legado em entrevista exclusiva.

Eduardo Piccinini com a família, nos EUA.

O MANAUS HOJE conversou com a lenda da natação amazonense Eduardo Piccinini, primeiro nadador do Estado a disputar uma Olimpíada. Ele vive nos EUA há 23 anos, mas deixou um legado eterno para a história do esporte baré.

Eduardo Piccinini é o maior nome da história da natação amazonense e tornou-se uma lenda do esporte local. Afinal, foram suas braçadas nas piscinas dos Jogos Pan-Americanos de Havana, em 1991, que trouxeram a primeira medalha na história do Amazonas na competição continental (ele voltaria a conquistar outras duas medalhas no Pan da Argentina, em 95). Mas o principal feito de Eduardo é ser até hoje, o primeiro nadador baré a competir em uma Olimpíada, em Barcelona, 1992.

Mesmo dono de todo este histórico vitorioso, a presença de Piccinini poderia passar despercebida em qualquer competição de natação no Estado nos dias atuais, caso o ex-nadador não fizesse questão em ser identificado. Apesar de ainda ser muito lembrado no meio esportivo, o ex-nadador “sumiu do mapa”, das páginas de jornais e dos programas de televisão desde que se mudou para os Estados Unidos, há 23 anos.

O MANAUS HOJE, porém, localizou Piccinini e bateu um papo histórico com o ex-atleta ontem. Hoje aos 41 anos, Eduardo é casado com a mexicana Carmina, é pai de dois filhos (Luca, 7 e Sofia, 1) e vive uma vida tranquila em Phoenix, no estado do Arizona.

A lenda da natação amazonense trabalha com a venda de produtos industriais. “Fui em Manaus há dois anos, no aniversário do meu pai. Não é muito fácil eu visitar a cidade, porque infelizmente, os custos com passagens é muito caro. De fato, eu passei um tempo sem contato com os amigos e com a própria situação da natação amazonense, mas recentemente, fui colocado em um grupo de Whatsapp com outros nadadores antigos e voltei a me aproximar de tudo”, contou Piccinini.

Apesar de ter feito histórias nas piscinas, Eduardo garante que não dá suas “braçadas” há um tempinho. “Depois que vim para cá, nadei por um tempo em uma equipe master. Mas, a vida de atleta é muito cansativa, puxada e deixei de nadar em minha vida. Estou há três anos sem nadar, mesmo sendo um esporte que eu amo. Estão abrindo um clube aqui perto de casa e tem uma piscina bem grande. Quem sabe eu não resolva ir para lá?”, confessou.

Cenário local

Piccinini também opinou sobre o cenário da natação amazonense e acredita que as coisas evoluíram, apesar de ainda faltar o apoio devido. “A natação amazonense está melhorando e pode melhorar muito ainda, se tiver o apoio necessário. Temos uma safra de nadadores muito boa. E o apoio é fundamental para esses atletas crescerem. Quando comecei a nadar, tinha muita força de vontade, mas o nosso clube, chamado Manauara, teve um grande apoio do prefeito (na época, Artur Neto). Aí os resultados vieram. O Amazonas ganhou um norte nordeste e tivemos conquistas em nível nacional. Isso é algo que se aplica a natação e a qualquer outro esporte”, relembrou.

O fato de alguns de seus recordes estaduais permanecerem intactos até os dias de hoje, também é motivo de orgulho. Recentemente, Piccinini teve um de seus recordes batidos, o dos 50m borboleta por Helissandro Queiroz. Eduardo comentou o feito. “Eu quero que meus recordes sejam batidos pois prova que existem bons atletas no Estado. Tenho um pouco de orgulho de ainda ter alguns recordes amazonenses, mas quero que a natação amazonense continue evoluindo e batendo estas marcas”, avaliou.

Além de ficar por dentro das notícias da natação local, Piccinini usa o Whatsapp para reencontrar seus antigos amigos. “Pude bater um papo com figuras muitos boas, como o Caju, Eduardo Couto, o nosso grande campeão Jeferson Mascarenhas, e meus ex-treinadores Botinho, Aly Almeida, Claudio Nobre e outros amigos”.

Memórias e recordações olímpicas

A participação nos Jogos Olímpicos de Barcelona ainda está bem viva na memória de Eduardo. O nadador amazonense disputou duas provas: os 100 metros borboleta (onde ficou na 18º posição) e os 200 metros, onde chegou entre os 15 melhores do planeta naquela época. Piccinini guarda com carinho as memórias daqueles dias no mundo olímpico. “Guardo muitas coisas, tenho fotos e tenho meu diploma de participação nas olimpíadas. Fiz amigos, como o Evandro, ex-lutador de boxe, e tive a oportunidade de conversar por alguns minutos com o Nelson Mandela. São memórias muitos boas. Foi meu apogeu no esporte e jamais vou me esquecer disso. As fotos ficam velhas, as medalhas enfurrajam, o diploma amarelado, mas o que fica na memoria é para sempre”, afirmou Eduardo.

O feito de Eduardo só seria igualado pela amazonense Daynara de Paula (nascida no Estado, mas que foi criada e fez toda sua carreira em São Paulo), que nadou as Olimpíadas de 2008 e 2012. As três medalhas conquistadas nos Jogos Pan Americanos (um bronze em Havana, 91, nos 100m borboleta e duas pratas em Mar del Plata-ARG, nos 100m borboleta e no revezamento 4x100m livre) também são guardadas com carinho pela família de Eduardo “O que fica na cabeça é o orgulho de representar o país e a região. No momento que caminhei para os pódios, veio o filme da carreira e fiquei muito feliz por representar o Amazonas no esporte”, destacou.

TRÊS PERGUNTAS

Como você avalia a atual natação brasileira? Acha que podemos fazer bonito em 2016?

Acredito que sim. Estava acompanhando o Pan Pacífico e gostei do Leonardo de Deus. Temos bons nadadores de medley e velocistas. O César Cielo também está em alta, apesar de não ter nadado no Pan Pacífico. Ele tem que aproveitar seu potencial. Vou acompanhar e torcer bastante.

Você abriu mão de tentar ir aos Jogos Olímpicos de 96 para seguir estudando nos EUA. Acredita que teria condições de obter a classificação para Atlanta 96?

Deixei Manaus porque fui recrutado para a universidade. Não tinha o apoio necessário para continuar aí no esporte de alto nível. Com a estrutura daqui, consegui me classificar para ir ao mundial de Roma em 95 e poderia tentar a vaga em 1996, mas meu treinador nos EUA mudou e acabei não obtendo bons tempos. Se eu fosse tentar nadar em Atlanta, teria 26 anos em 1996 e já estava no final da minha carreira. Refleti e resolvi seguir minha vida. O corpo cansa quando se compete em alto nível. Jamais me arrependi disso.

Você pretende visitar Manaus quando?

Tentei me organizar para ir na cidade no fim do ano, mas não poderei. Espero visitar a cidade em breve, reencontrar meus amigos, minha família e andar muito por esta cidade que é a minha paixão. Quem sabe quando eu for à cidade possa até mergulhar nas piscinas daí né? (risos). Jamais esquecerei minhas origens e raízes amazonenses.

Fonte: MOHS® | MANAUS ONTEM HOJE SEMPRE® | PORTAL A CRITICA

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terça-feira, 26 de agosto de 2014

TEREZINHA MORANGO

TEREZINHA MORANGO


Foto oficial da amazonense Teresinha Morango, Miss Brasil 1957 em Long Beach. Depois dos resultados não entendidos de Emilia Correa Lima e Maria José Cardoso, Teresinha volta a brilhar sendo vice de Gladys Zender do Peru!!!!


Sem dúvida alguma, ela uma das mulheres mais lindas desse universo. 

Terezinha Gonçalves Morango Pitigliani, Amazonense, Manauara, residia no bairro de Aparecida, bem na frente do Santuário de N. S. Aparecida.

Nossa bela Morango conquistou os títulos:
 Miss Ginasiana, Rainha dos Calouros, 
Miss Rio Negro, 
Miss Cinelândia, 
Miss Amazonas, 
Miss Brasil e a segunda mais bela do mundo (para nós brasileiros a primeira) em 1957, Vice-Miss Universo, na Califórnia. 

Viva nossa eterna morango.





Tereza “Terezinha” Gonçalves Morango, nasceu em 26 de Outubro de 1936, na Fazenda Canavial, no município de São Paulo de Olivença, no Estado do Amazonas, foi a primeira amazonense a ganhar o concurso de Miss Brasil, em 1957, no Hotel Quitandinha, em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro.

Filha de Manoel Ferreira Morango, um português nascido na cidade do Porto - e Emir Gonçalves Morango, uma cabocla amazonense do interior. O casal teve oito filhos: José, Getúlio, Tereza, Maria Antonieta, Marieta, Gloria, Maria das Dores e Manoel.


Morango com a tripulação do avião da Panair do Brasil, na volta para Manaus após a sua vitória no concurso Miss Brasil 1957.

O seu pai era dono de um Bar e, morava na Rua Comendador Alexandre Amorim, nº 354, no bairro de Aparecida (antigo bairro dos Tocos) – ainda muito jovem foi morar com um dos tios ricos.

Por ter uma beleza fora do comum, ganhou o primeiro concurso como Miss Rio Negro, do Atlético Rio Negro Clube. Depois, ganhou como Rainha dos Estudantes de Manaus, Rainha das Calouras, Miss Cinelândia (1956) e Miss Brasil, em 1957.

Disputou o concurso de Miss Universo, no dia 19 de Julho, em Long Beach (Califórnia) nos Estados Unidos, ficando em segundo lugar, perdendo para a peruana Gladys Zender.



Casou-se com o empresário Alberto Pittiglaini (16/4/1918 Imbituba, SC/ 2/8/2003 Rio de Janeiro, RJ), dono das empresas Cia. Brasileira de Discos (vendido à Phillips), Seagrams (Campari) e Tibrás (titânio), tiveram dois filhos, Alberto e Andréa Pittigliani. Ficou viúva e, mora num apartamento da Praia do Leblon, no Rio de Janeiro – este mês estará completando 75 anos de idade. Parabéns, vida longa a nossa eterna miss! 


Terezinha Morango hoje.

A sua trajetória serviu para o lançamento de um livro chamado “Terezinha Morango – Cinderela Amazônica”, do saudoso Demosthenes Carminé. 



ALGUMAS FOTOS DE TEREZINHA MORANGO