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domingo, 23 de novembro de 2014

UNINILTON LINS

UNINILTON LINS 



A trajetória da Instituição, desde sua fundação, em 1988, foi ancorada na importante
experiência de seu fundador, Nilton Costa Lins, professor da Universidade Federal do 
Amazonas e assessor direto da reitoria daquela Instituição Federal de Ensino Superior. 
Visionário, o prof. Nilton Costa Lins sempre compreendeu a dimensão da Região 
Amazônica e do quão necessário se fazia a formação de uma juventude pelo viés da 
Educação para a garantia da integridade regional a partir de um modelo de 
sustentabilidade. 

A criação do então Centro de Ensino Superior da Amazônia complementou as 
atividades inicialmente desenvolvidas pelo Prof. Nilton Lins, que abrangia a Escola de 
Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio. 

A oferta de vagas para os cursos superiores de Administração e Ciências Contábeis, 
a instituição oportunizou aos manauaras maiores condições de acesso ao ensino 
universitário. O amadurecimento institucional, ao longo do tempo abriu espaço para a 
criação dos cursos de direito, turismo e comunicação social, nos primeiros anos. A partir de 1997, com o conhecimento adquirido em quase uma década de trabalho e em razão das problemáticas regionais teve início a construção de Projetos Pedagógicos para o 
oferecimento de cursos da área da saúde, muitos deles pioneiros em Manaus. 

A Instituição adotou a missão “Educar a Amazônia”, desenhando um conjunto de 
objetivos e metas voltadas a um trabalho engajado com seu entorno, em sintonia com a 
região e com forte responsabilidade social, intensificada a partir da criação da Fundação 
Nilton Lins, em 1999. 

Em maio de 2011, com apenas 23 anos de existência, aconteceu o credenciamento 
da UNIVERSIDADE NILTON LINS, por transformação do Centro Universitário, de acordo 
com a Portaria N. 575, de 13 de maio de 2011, publicada no DOU de 16 de maio de 2011. A UNINILTON LINS constitui-se em uma das mais importantes instituições de ensino superior do Norte do Brasil, possuindo mais de 10 mil alunos e aproximadamente 450 professores. 

Dotada de instalações físicas privilegiadas, numa área de 1.000.000 m2, está 
instalada em prédios funcionais, possuindo mais de 600 salas de aula, laboratórios 
especializados de pesquisa, dentre os quais uma fazenda experimental, auditórios, sendo, 
um deles, o maior da cidade, com capacidade para 4000 pessoas; áreas livres; complexo 
desportivo; bibliotecas, com acervo superior a 100.000 livros; hospital com 180 leitos, destes 52% destinados ao Sistema Único de Saúde; com programa de residência médica já em funcionamento. A partir de sua Missão: Educar a Amazônia, a instituição segue sua 
trajetória educacional, com forte comprometimento com a região em que se insere. 

A UNIVERSIDADE NILTON LINS oferece cursos em todas as áreas do 
conhecimento, em sintonia com as demandas regionais e indispensável interação com o 
Polo Industrial de Manaus (PIM), principal referência econômica do Estado do Amazonas e 
segundo polo industrial do País, depois de São Paulo. 

A história da instituição confunde-se com a evolução do ensino superior nos 
últimos anos no Amazonas, já que esta instituição formou os primeiros fisioterapeutas, 
nutricionistas, fonoaudiólogos de Manaus, tendo contribuído para o estabelecimento de 
novos conceitos de qualidade de vida: a exemplo dos Engenheiros que estudam o meio 
ambiente sob uma perspectiva eminentemente amazônica e de Médicos especialistas nas 
endemias próprias de nossa região. Os profissionais egressos da UNIVERSIDADE NILTON LINS contribuem, assim, de forma decisiva para a construção de uma sociedade melhor, coerente com a missão institucional estabelecida. 


Na atualidade, a UNIVERSIDADE NILTON LINS direciona sua oferta educacional 
implantando cursos que são capazes de responder a necessidades regionais eminentes, 
considerando as características do Estado, que, economicamente ainda depende 
fundamentalmente dos empregos gerados no Polo Industrial de Manaus. A grande 
quantidade de indústrias instaladas nessa cidade, por outro lado, acaba por exigir maior 
atenção a importantes questões, como a do tratamento adequado de resíduos líquidos e 
sólidos, a geração de energia e a saúde ocupacional. Outro ponto a destacar é que há forte tendência da abertura e ampliação de novas fontes geradoras de renda, como a atividade turística, devido ao enorme interesse que a Amazônia desperta e ainda em razão da escolha da Cidade de Manaus para receber jogos da Copa do Mundo de 2014. 

A exploração sustentável da biodiversidade contida na floresta faz parte da agenda 
governamental e empresta a Manaus alternativas diferenciadas. O presente e um futuro 
próximo dos municípios estão contidos no planejamento institucional da UNINILTON LINS, 
contemplando a oferta dos cursos de Petróleo e Gás, Gestão da Qualidade, Gestão 
Ambiental, Farmácia (com ênfase a produção de fármacos), de forma a melhorar índices de empregabilidade e ajudar decisivamente na formação de mão-de-obra qualificada 
necessária à consolidação da economia regional. 

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

RÁDIO CIDADE

RÁDIO CIDADE


Em março de 1969 entrava no ar a 1a rádio FM estéreo do Brasil, a Tropical FM 99,3 emissora voltada ao público jovem. 

Naquele tempo Manaus era uma cidade pacata e vivia o nascimento da ZFM, o som dos rádios de frequencia AM imperavam, coube então ao sr. Antonio Malheiros comprar o desafio e importar centenas de unidades de rádios FM dos Estados Unidos da fábrica Zenith, para então distribuir a população interessada. 

Em meados da década de 80 encarou um novo desafio ao firmar parceria com a Rede Cidade. A Rede Cidade era um conjunto de emissoras espalhadas por todo Brasil que retransmitia uma programação diária diretamente do Rio de Janeiro. 

Com o fim da Rede Cidade em 1992, a rádio adotou de vez o nome CIDADE! e passou a desenvolver uma programação regional conquistando assim a liderança da audiência na cidade. 

Rádio Cidade, sucesso em 1o lugar.

Fonte: skyscrapercity.com

domingo, 16 de novembro de 2014

Bairro CHAPADA | História






A comunidade da Chapada tem suas origens devido a uma grande seca que ocorreu no Nordeste, mais precisamente no Ceará, no ano de 1958. Dezenas de famílias morreram assoladas pela fome e sede e muitas outras decidiram tentar um futuro melhor, embarcando para Manaus com o apoio do governo do Amazonas, na administração de Plínio Ramos Coelho. 

Os nordestinos vieram com a promessa de trabalharem na retirada do látex e se instalaram inicialmente numa hospedaria, construída pelo governo nos arredores da antiga residência do ex-governador Eduardo Gonçalves Ribeiro.

Os moradores batizaram o local de Hospedaria Pensador, em homenagem a Eduardo Ribeiro, conhecido também pela sua notável inteligência.

A hospedaria era na maior parte do tempo ocupada pelas mulheres e crianças, pois os homens em idade de trabalhar deslocavam-se para os seringais distantes, no interior do Estado, e lá passavam até meses envolvidos na extração do látex. 


A região da Chapada não tinha estrutura na época e sua única referência continuava sendo a residência de Eduardo Ribeiro. Com o término do trabalho nos seringais, muitos nordestinos ficaram sem uma atividade remunerada para sobreviver.

A solução encontrada por eles foi a confecção de materiais artesanais, como cestas, abanos e outros utensílios feitos a partir de palha de coqueiro. Os moradores vendiam esses produtos no mercado público de Manaus, garantindo uma renda mínima para seu sustento.


Usina Londrina 

Durante o início da década de 60, a comunidade recebeu o primeiro impulso de desenvolvimento com a instalação da Usina Londrina, processadora de castanhas, por volta de 1960. 

A indústria foi responsável pelos primeiros empregos na comunidade e contribuiu para o desenvolvimento da Chapada. Seus proprietários criaram também a primeira creche e escola do bairro, chamada Escola Londrina, graças ao empenho decisivo da moradora Francisca Pergentina, responsável por cuidar e educar os filhos dos moradores que estivessem trabalhando no processamento da castanha. 

Escola e Infraestrutura 

Por volta de 1964 a Secretaria Municipal de Educação assume o controle de uma casa, localizada na rua Eduardo Ribeiro, que pertencia à família da moradora Amélia Frota de Menezes, e instala no local a primeira escola pública da Chapada, a Menino Jesus de Praga, com ensino fundamental de 1ª a 8ª séries. 

No final da década de 60 a infra-estrutura ainda era escassa no bairro da Chapada. Poucas famílias tinham energia elétrica em casa, conseguida com recursos próprios e instalações feitas a partir da rua Darcy Vargas.

A água potável que abastecia os moradores era proveniente de um poço artesiano, perfurado numa região da antiga rua João Alfredo, onde hoje funciona a UEA (Universidade do Estado do Amazonas). Na mesma rua funcionava também, até por volta de 1968, uma estação de comunicação do Exército, no mesmo prédio onde hoje funciona o jornal Diário do Amazonas. 


O saneamento na Chapada começou por volta do ano de 1975, impulsionado com o alargamento e pavimentação da rua João Alfredo, que passou a se chamar avenida Djalma Batista, em grande parte graças ao empenho do então vereador e radialista José Maria Monteiro.

A partir daí foram instaladas as primeiras torneiras públicas do bairro, localizadas nas esquinas das ruas Darcy Vargas com a Djalma Batista, conhecida entre os moradores como ?rua Ceará?. 

Curiosidades 

Outro ponto utilizado com freqüência pelos moradores boêmios da Chapada era o bordel Casa Verônica, localizado próximo à ponte dos Bilhares. 

Uma curiosidade do bairro da Chapada é que antes da chagada dos retirantes nordestinos vindos do Ceará, a região era utilizada como cemitério indígena. 

Do início da década de 80 até os dias de hoje, o bairro da Chapada teve desenvolvimento nas avenidas que cercam seu perímetro, a Djalma Batista e Constantino Nery. 


Entre as avenidas 


A Chapada conta atualmente com cerca de 50 mil habitantes e compreende desde a rua da Indústria até o condomínio Cidade Jardim, fazendo fronteira com os bairros de São Geraldo e Flores. 

Seu perímetro urbano fica entre as avenidas Constantino Nery e Djalma Batista, estrangulada justamente entre as duas grandes avenidas, que às vezes prejudicam o seu desenvolvimento. 

O bairro fica sufocado em seu desenvolvimento, competindo com a construção de grandes empresas e condomínios voltados para classe média e alta. 

A presença nordestina é percebida no nome e nos proprietários que fazem a comunidade chapadense. A antiga rua João Alfredo, atual avenida Djalma Batista, é a artéria principal do bairro, chamada simplesmente de Ceará pelos moradores, em homenagem à forte presença dos migrantes na localidade. 

O núcleo popular da Chapada é uma ilha onde é possível observar ruas sem saneamento básico adequado, vielas e becos que mais parecem labirintos. Na Chapada existe a rua Eduardo Ribeiro, uma homenagem também ao governador do Amazonas (1892- 1896). O curioso é que esta rua dá nome a mais quatro becos, causando transtorno aos próprios moradores, quando se trata de fazer a entrega de correspondência.

Igreja 

A igreja católica Menino Jesus de Praga foi inaugurada em 29 de Março de 1987, por Dom Clovis Frainer, e tinha à frente o Padre Caetano Caan. A origem da igreja da Chapada remota à primeira metade da década de 80, quando os moradores se reuniram na casa de Francisco Xavier para a celebração dos primeiros cultos. O culto era realizado no antigo Clube de Mães, sob a organização da moradora Francisca Pergentina.

A escolha do Menino Jesus como padroeiro foi motivada também pela devoção de Pergentina. 

A festa é comemorada no dia 25 de dezembro e reúne toda a comunidade cristã local. Atualmente, a paróquia Menino Jesus de Praga conta com um centro paroquial, grupos de liturgia, responsáveis pelas comunidades da paróquia de São João Batista, chamada de ?comunidade da Mangueira?, e a de Nossa Senhora do Carmo. Esta última recebeu esse nome devido à grande presença de parintinenses devotos da santa no local. 

As Pastorais têm desenvolvido grandes trabalhos sociais na comunidade.

A paróquia, em conjunto com a Pastoral da Criança, realiza cursos de capacitação de moradores e geração de renda nas áreas de pintura, bordado, ponto de cruz, ornamentação de garrafas e artesanato em geral e representam tentativas para a diminuição da carência dos serviços sociais por parte do Estado. Cerca de 20 mães participam atualmente das atividades 

Fonte: Portal Amazônia

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Feira da Av. Eduardo Ribeiro – Manaus

Feira da Av. Eduardo Ribeiro – Manaus


Feira de domingo na Eduardo Ribeiro é sempre uma boa opção. Tem sempre muita coisa para ver e comprar. Isso sem falar nas barracas de comidas que vão do café da manhã ao almoço e as mais diversas guloseimas. Se quiser fechar a boca passe longe desses pecados, prefira as barracas de artesanatos, livros e cds, Plantas ornamentais, bijuterias da terra e etc.


Não deixem de prestigiar, também, os artistas anônimos que expõem seus trabalhos numa verdadeira demonstração da arte pela arte simplesmente. Ederson Dutra é um desses artistas que está sempre presente na feira com seu desempenho de estatua viva no estilo “cowboy” recebendo com carinho os visitantes que posam para fotos. Crianças e adultos se encantam com os movimentos feitos por ele para entregar mensagens de otimismo e agradecer quando recompensado pelo seu trabalho.


Outros que também merecem o apreço dos visitantes são os artesões que expõem seus trabalhos sobre as calçadas. Marcius é um desses que durante a feira coloca seus mostruários com uma grande variedade de bijuterias e adereços para atrair os passantes, vai dando continuidade a sua imaginação na confecção de outras peças.


O popular cover do Michel Jackson, Vanilson de Souza Tavares, é presença garantida na feira de domingo. Bastante conhecido da população é um “show” a parte.Vanilson se apresenta em vários lugares: Ponta Negra, Largo São Sebastião e outros, sempre brindando aqueles que o assiste com performance de Michel Jackson. É isso aí Vanilson… Você consegue!

Ei!… Vá à feirinha Av. Eduardo Ribeiro aos domingos você também!


Fonte: BLOG DO KARINHA

Café do Pina

Café do Pina 

Em 1950, o prefeito de Manaus, Chaves Ribeiro, concedeu a José de Brito Pina, cidadão português, uma área de terra situada na então praça Gonçalves Dias (hoje integrante da praça Heliodoro Balbi), para a construção de um estabelecimento comercial. Nele, o Pina construiu o Pavilhão São Jorge, destinado a venda de café e outras guloseimas da época, inaugurado em maio de 1951. 


Em lembrança ao sobrenome do proprietário, o local ficou mais conhecido por Café do Pina. Era bem frequentado, pois era localizado em frente ao Cine Guarany e fronteiriço ao Quartel da PMAM e ao Colégio Estadual do Amazonas.


Quando prefeito de Manaus, Jorge Teixeira, em 1976 demoliu o Pavilhão para ampliar a artéria. Concedeu, em reparação, novo espaço ao final da praça Heliodoro Balbi (ou da Polícia), junto a rua Marcilio Dias.


Dez anos depois, novo prefeito, Manoel Ribeiro, devolveu o agora Café do Pina ao espaço original, apenas com uma arquitetura modernizada, um tanto ridícula. Foi esta edificação que foi ao chão no ano passado, antes da inauguração do Palacete Provincial.

Café do Pina sendo demolido em 2009


Mas ainda não acabou o Café do Pina, ele agora integra a estrutura do Palacete.

Café do Pina HOJE



Fonte: BLOG DO CORONEL

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Prédio do Seminário São José


Prédio do Seminário São José



Este prédio ainda pertence à Arquidiocese de Manaus, serviu como escola de formação de eclesiásticos, era o Seminário São José; depois foi colocado a disposição da Universidade do Amazonas (UA), atual UFAM, abrigava o Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL).

Depois de muitos anos, passou para a Uninorte, com o curso de Direito.

Este prédio guarda boas recordações para muitos amazonenses - a grande maioria dos economistas, contadores e administradores com idade superior a quarenta anos, formados pela UA, passaram parte das suas vidas.


Rua Emílio Moreira - Praça 14

Fonte: BLOG DO ROCHA

RELÓGIO MUNICIPAL


RELÓGIO MUNICIPAL



Foi inaugurado em 1927, na administração do prefeito nomeado José Francisco de Araújo Lima (autor de Amazônia – A Terra e o Homem).

O mecanismo foi importado da Suíça, sendo revisado e montado pela firma Pelosi & Roberti, localizada na Rua Municipal, atual Avenida Sete de Setembro, ao lado da Loja 4.400 (Loja Marisa). 




A loja era de italianos, por pouco não foi incendiada na segunda guerra mundial, porém a residência do Sr. Giulio Roberti, não teve a mesma sorte.

A cada hora, o relógio emite um som cativante, apelidado carinhosamente pelos manauenses de “Big Ben”, uma alusão ao famoso relógio inglês. A peça que produz a “batida” está quebrada; o conserto está a cargo da família Sahdo, permissionária de uma loja de venda e consertos de jóias e relógios, estabelecidos no local faz algumas décadas.

Existe uma inscrição em Latin Vulnerant omnes, ultima necat (Todas ferem, a última mata) – Velha inscrição latina, alusiva às horas, significando que a cada hora fere a nossa vida até que a derradeira a roube. 


Fonte: BLOG DO ROCHA
Fontos: BLOG DO ROCHA / GOOGLE